Cultura do Oriente

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Cultura Decoração Oriental

Há muitos séculos que Oriente desperta fascínio por conta de sua arte, arquitetura, sua cultura e pelos elementos presentes na decoração com inspiração Oriental. Os Europeus enfrentaram os grandes mistérios dos oceanos para conquistar as especiarias, mas essa empreitada nos deixou um legado de aproximação com a cultura, os gostos e costumes orientais. A grande inspiração para a maioria do conceito de Decoração de Design de Interiores com temática Oriental vem do pulsante sincretismo religioso milenar, sendo assim estão inclusas representações das imagens de Buda, móveis de madeira de Bali, todos com belíssimos motivos entalhados em madeira. Praticamente todos os países do Oriente com exceção daqueles com maioria islâmica, ou seja monoteísta tem inúmeras representações de deidades ou divindades, algo que se torna uma fonte de inspiração para peças de decoração que são verdadeiras obras de arte.

Em geral, há muitas representações de Buda, escultura da Deusa Tara, escultura da deusa da riqueza Lakshmi, esculturas do deus Ganesha, assim como do deus Shiva. Em sua grande maioria, as esculturas são feitas em madeira rústica em bronze ou ainda resina. Ou seja, essas lindas esculturas sempre estarão combinando perfeitamente com ambientes mais rústicos ou naturais. Vamos tratar de alguns temas em específico como a arte da Indonésia e mais especificamente também da ilha de Bali, que muitos já conhecem por nome e por conta dos adornos feitos em prata na vila de Celuk em Bali.

Seguindo e analisando as inspirações do Oriente, como a arte Indiana, riquíssima em uma profusão de cores. Logo após, vamos visitar o país de costumes exóticos e cultura idem, a Tailândia, através de sua arte e nos inspirar para montarmos lindas decorações com a temática Tailandesa.
Duas culturas que nos parecem muito distantes e que raramente vemos representadas em artigos de decoração de Interiores são dos distantes Butão e Tibet, que tem inspirações muito diversificadas e podem dar um ar de incrível vivacidade.

O Oriente não se resume apenas a países distantes, mas também daqueles como o Marrocos e sua cultura árabe que traz móveis e cores belíssimas para te inspirar numa decoração. A arte Budista, vai muito além das belas estátuas de Buda em suas mais diferentes versões. Embora esteja em um continente diferente, a África tem sua parte a Leste no Oriente. Com inspirações artísticas fortíssimas, muitas pessoas conhecem e acabam por reproduzir nos mais variados ambientes. Outra arte muito peculiar, retratada e lembrada, é a Arte Nepalesa, que traz elementos rústicos dos povos que habitam a base do cume mais alto do mundo, ou seja, da região das cadeias de montanhas do Himalaia.

Ainda temos a arte do Vietnã, que após período histórico recente tenebroso, se reergueu como nação e abriga uma cultura rica para inspirar uma decoração vasta de elementos para compor cenários deslumbrantes em sua residência, casa ou apartamento ou até em seu escritório. A Arte Chinesa, em especial, a composição que a Pintura de Laca traz a qualquer ambiente pode inspirar você de maneira espontânea a deixar o seu cômodo mais aconchegante e mais bonito para recepcionar todos os seus convidados. Os elementos culturais para você decorar seu ambiente, onde você pode trazer para dentro da sua casa ou do seu local de trabalho, o longínquo Laos, país de tradições milenares, assim como todo o Oriente, que é diverso e cheio de mistérios com suas culturas distantes e milenares.

A cultura Oriental esta intimamente ligada com a dança, as artes cênicas e a manufatura de objetos para decoração interiores e móveis em madeira Teca artesanais entalhados a mão na ilha de Bali na Indonésia. Artistas natos os Balineses são reconhecidos em todo o mundo pela sua criatividade e apurado senso estético com que executam seus trabalhos artesanais com talento, paixão e técnicas milenares e contemporâneas passadas de pais para filhos por várias gerações desde a intensa migração no sudeste Asiático a qual trouxe a marchetaria, a marcenaria, a arte de entalhar em madeira e pedra, as cestarias com fibras naturais, a tecelagem com teares manuais e a pintura com tintas naturais da floresta. Filmado na Indonésia, Tailândia e Índia, o breve vídeo mostra o suntuoso palácio Real na Tailandia com suas enormes estupas e o Tirta Empul, templo Balines dedicado as águas em Bali na Indonésia além de talentosos artesões designers esculpindo para a Jungle Casa Decoração Oriental.

Arte da Indonésia

A arte e a cultura Indonésia foram amadurecendo com a ancestral interação entre costumes indígenas aborígenes e as múltiplas influências estrangeiras vindas pelos movimentos comerciais e migratórios, devido a localização privilegiada das antigas rotas comerciais entre o Extremo Oriente e o Oriente Médio, resultando assim num caldeirão de muitas práticas culturais influenciadas por uma profusão de religiões, incluindo o Islamismo, o Hinduísmo, o Budismo, e o Confucionismo. O resultado é uma complexa mistura cultural muito diferente das culturas aborígenes do arquipélago. A Indonésia é tradicionalmente rica nas esculturas e na arquitetura fortemente influenciada pela cultura Hindu-Budista e foi muito influenciada pelos costumes e pela arte da Índia, iniciando mais veementemente a partir do século I dC. A escultura tornou-se popular e muito admirada nos séculos 8 e 10 dC nas ilhas de Java e Bali, as estátuas seguiram uma linha mais independente e as esculturas ganharam em relevo, incorporadas como adornos aos templos religiosos e as fachadas de grandes construções privadas ou do governo.

O Islã havia se tornado a religião predominante na Indonésia do século XV, as mesquitas nas cidades transpareciam as influências e islâmicas e aborígenes. A cúpula Islâmica foi abolida e seus tetos de madeira eram extremamente altos, lembrando as pagodas dos templos Hindus da ilha de Bali. A arte Budista na Indonésia teve seu ápice no Império Sri Vijaya na dinastia Sailendra, nos séculos VIII e XIII. As estátuas desse período são caracterizadas por sua delicadeza e serenidade na expressão facial. A arte Indonésia vivenciou outra era de ouro, desta vez no Império Majapahit (1293-1500), durante a qual um grande número de templos Hindus-Budistas fora erguido, definido por portões altos de tijolos aparentes na cor vermelha com telhados ondulados e uma característica qualidade geométrica.

Arte de Bali

A arte Balinesa teve sua inspiração e origem na cultura Hindu-Javanesa, com fortes traços da religiosidade praticada a época do reino de Majapahit na ilha de Java, seus artesões foram os precursores e grandes influenciadores, no final do século XIII essa cultura atravessou os limites do reino até a ilha vizinha de Bali. Nos séculos XVI ao XX a aldeia de Kamasan em Klungkung, localizada em Bali Oriental, foi o grande centro da arte Balinesa que depois se tornou tradicional pela ilha. Na primeira parte do século XX novas variantes da arte Balineses foram agregadas ao que já havia sido ensinado e trazido de Java. A partir o final do século XX, a vila de Ubud localizada numa região montanhosa, localizada na região central da ilha e suas aldeias vizinhas, desenvolveram continuamente as várias formas de artesanato já executadas em Kamasan, tanto os adornos para fins estéticos e religiosos como as utilidades domésticas do dia a dia, como cestos e tecidos. Estabeleceram-se com a reputação de centro da arte Balinesa, após décadas de empenho e desenvolvimento, passando até os dias atuais a expertise da escolha dos matérias e da confecção do artesanato feito a mão de pai para filho.

Arte do Tibet

A arte da cultura tibetana é fortemente influenciada pelos aspectos religiosos, as principais manifestações são através da Thangka, que são pinturas em tecido, sempre com temáticas budistas. Pequenas estátuas de bronze também são usualmente produzidas na arte tibetana. O Tibet ou Tibete, é uma região autônoma da China, está localizado nas cordilheiras do Himalaia, é considerado um dos locais mais altos do mundo, e é chamado de telhado do mundo. Ao longo dos séculos a Arte Tibetana foi sofrendo influência de países como a China, do Nepal e da Índia. A influencia destes estilos fez com que a arte atualmente tenha se tornado muito rica e cheia de detalhes.

Arte Tibetana Tântrica

Uma das vertentes do Budismo que mais influenciou a arte tibetana foi o Budismo Tântrico, a maioria das representações dessa cultura retrata-se em mandalas e figuras de divindades meditativas. Mas, essas divindades são em geral, representadas com faces coléricas, ou em círculos de chamas. Estão em geral, em posição meditativa. Embora, as chamas pareçam agressivas, é uma analogia a proteção que esses seres propiciam. As estátuas também aparecem em sua maioria, zangadas ou sombrias, mas, são ideais para ambientes de serviços públicos ou ainda ligadas a serviços em geral. Essas divindades tem a missão de servir a Buda, ou à humanidade, eles são também combatentes irascíveis da corrupção e de sentimentos negativos.

Arte Tibetana Mahayana

Outra forte influencia na arte para o artesão tibetano é a influência do Budismo Mahayana, onde estátuas de Bodhisattvas, seres que renunciaram a sua busca pelo Nirvana, estado definitivo supremo de libertação do ciclo de morte e renascimento, para ajudarem ao próximo. Um famoso Bodhisattva frequentemente retratado em estátuas na arte tibetana é Chenrezig ou Avalokitesvara, uma divindade dita com mil braços, domina nos cenários de arte estatuária esculpida. Rodas da vida para orações recebem pedrarias e pinturas especiais em bronze, Thingshas em bronze, espécie de sino e tigelas tibetanas, que acreditam os Tibetanos produzem o som do Universo ou o OM, adornadas com pinturas em dourado, dão o clima sagrado, colorido e exótico na arte tibetana.

Arte do Butão

País do Oriente que permaneceu fechado para o resto do mundo até os anos 1960, tem a inspiração para sua arte e arquitetura influenciada pela arte budista. O país faz fronteira com a China e com a Índia, sofrendo influencia da cultura das duas nações. O artesanato butanês é chamado de Zorig Chusum, que significa “as treze capacidades de fazer ciência ou artesanato”. O conhecimento para a confecção dos artesanatos no Butão foi por séculos passados entre os familiares próximos como oficio profissional. Este ofício de arte foi passado como patrimônio cultural do Butão. As treze artes tradicionais do Butão são:

  • Shagzo ou Torno em madeira: Produção de tigelas, recipientes, copos, pratos e xícaras para os mais diversos usos.
  • Dezo ou Papel: Papel vegetal feito artesanamente com goma, extraída de uma raiz trepadeira e com Daphne, uma planta encontrada no local.
  • Lugzo ou Fundição em metal: Fabricação de sinos, instrumentos musicais com função ritual, estátuas, joias e utensílios diversos. A fundição pode ser feita por cera perdida, utilizando-se a areia ou pela técnica chamada de repoussé, comumente utilizada para a produção de estátuas.
  • Garzo ou Ferraria: A produção de ferramentas agrícolas em ferro, assim como facas, utilidades domesticas e espadas.
  • Jinzo ou Artes de barro: Estátuas religiosas e rituais em cerâmica. Assim como a argamassa, gesso e terra para a construção de edifícios.
  • Lhazo ou Pintura: Das decorações como a arte estatuária, em móveis e caixilhos de portas e janelas.
  • Tshazo ou Artesanato em Bambu: Fabricação de objetos e utensílios em Cana e Bambu como cestas, potes, artefatos de caça, copos, cercas, tapetes e instrumentos musicais.
  • Parzo ou Escultura: Fabricação de máscaras, móveis, altares, textos religiosos e imagens para santuários religiosos.
  • Tshemazo ou Bordado: Fabricação com linha e agulha de vestimentas e telas para pintura chamadas de Thingka.
  • Shingzo ou Carpintaria: Largamente utilizada na construção civil do Butao, como em Dzongs, Gompas, espécie de mosteiro e residências em geral.
  • Thagzo ou Tecelagem: Confecção de tecidos para vestimentas e tapetes, estes mundialmente famosos.
  • Trözo ou Ourives: Fundição de metais preciosos para produção de joias, utensílios domésticos finos e objetos para rituais religiosos, usando o ouro, a prata e o cobre.
  • Dozo ou Cantaria : Pedras para revestimento de paredes externas de todos os tipos de edifícios como em Dazongs e Stupas, também para revestimentos de piscinas e reservatórios dagua.

A religiosidade Budista influi de maneira rica na cultura e decoração com temática butanesa. Como segunda religião do país, o hinduísmo traz elementos de decoração inspirados em suas divindades e nas paisagens belíssimas do país. A arte Butanesa vai além da inspiração budista e hinduísta e algumas tradições estão começando a se alterar por conta da aproximação com o Ocidente. Figuras fálicas estão quase extintas, pois podem gerar constrangimentos. Porém, na cultura butanesa, acredita-se que o falo ou pênis é um símbolo que afasta maus espíritos. Uma das características mais marcantes da arte Butanesa são as cores vibrantes. Em especial, as cores quentes; como o vermelho, amarelo, laranja e também o azul estão sempre presentes nas artes tradicionais desse país.

Em geral, as figuras mais representadas na arte Butanesa e na decoração são motivos florais orientais, os dragões e imagens que retratem a vida de Buda em murais multi coloridos e vibrantes. São inúmeros os afrescos e trabalhos que retratam Buda e a história do maior símbolo religioso do Oriente. A arquitetura das residências e demais prédios do Butão faz referencia aos Dzongs, fortalezas presentes em cada região. Construções imponentes que servem por séculos a população butanesa, como centros religiosos, órgãos do governo, escolas e todo tipo de instituições públicas.

Arte do Nepal

Arte do Nepal

País situado na Cordilheira do Himalaia, o Nepal está espremido entre dois gigantes, a China e a Índia, por sua vez o Nepal tem o pico mais alto do mundo, o monte Everest. A cidade mais importante é sem dúvida alguma, Katmandu, e ao visitar-se seu centro já se percebe a influência das culturas indianas e chinesas, onde prevalece as cores vermelho, dourado e amarelo em seus edifícios. Há profusão de cores vibrantes nas roupas, em especial a rosa e a azul, a paleta de cores quentes agita os olhos dos nepaleses. As cores no Nepal também possuem cada uma um significado místico. Como por exemplo, o vermelho representa a energia positiva, sendo o azul, a paz e a boa saúde, o verde representa a natureza e a coragem, o amarelo ou laranja significam o amor e a compaixão. Seus habitantes são em geral, povos nativos seminômades, uma das características mais marcantes da cultura local é a organização social e a devoção ao sagrado.

Como um dos principais países budistas do mundo, no Nepal e em especial em Katmandu, há por toda parte uma menção inusitada à Buda, são as famosas pinturas dos olhos de Buda, comumente encontradas pintadas no alto das estupas, também chamadas de chörten ou pagodas, monumentos construídos destinados a mausoléus. As representações dos olhos de Buda são conhecidas como “os olhos que buscam a paz”. A referência para a decoração, está presente num belo painel em madeira que retrata os olhos de Buda, como nas ruas de Katmandu. Representações de divindades, como as tradicionais máscaras esculpidas em madeira, também com cores múltiplas completam o cenário.
Quatro objetos iguais no mesmo local, também podem completar o ambiente nepalês, inspirado nos 4 estágios para se alcançar o Nirvana, estágio final, ao qual acredita-se que todo ser vivo pode e deverá alcançar. Ainda de acordo com a tradição Nepalesa é importante que se usem sinos, para chamar energias vibracionais positivas. Ou seja, todo ambiente com inspiração nepalesa tem ao menos um sino de bronze adornado das mais variadas cores.

Os deuses na cultura do Nepal em geral são antropozoomórficos, ou seja, são metade humanos, metade animais. Os deuses tem cabeça de animais e corpo humano. As estátuas que representam esses deuses como o Ganesha, corpo de homem com cabeça de elefante, são frequentemente utilizadas para devoção e ou para a decoração de interiores.
Outra fonte de criatividade na arte Nepalesa são as representações dos animais sagrados. Elefantes, dragões, tigres, entre outros animais não faltam quando o assunto é arte nepalesa. Há dentre tantas outras, uma técnica interessantíssima, que permite com que as pinturas a mão sejam feitas diretamente no tecido de algodão. É preciso selar a tela de algodão para que a tinta não vaze para o outro lado, para isso, é usado, uma técnica que mistura cera e talco, e foi tradicionalmente desenvolvida e dominada até os dias atuais pelos talentosos artesões Nepaleses.

Arte da Tailândia

Arte da Tailândia

País localizado no sudeste asiático tem como símbolo o elefante. O Reino da Tailândia tem a população de maioria budista e é um dos países menos populosos do mundo. A cultura do país está enraizada nas tradições milenares do Budismo Teravada, o qual significa literalmente “o ensino dos sábios”. A arte tailandesa é caracterizada pela construção de templos ricamente adornados, esculturas entalhadas em madeira Teca, moldagem de estátuas em metal, pinturas de cenas do Ramayana e do Mahabharata ou Marabarata, Épicos Hindus, onde entre outros assuntos, trata-se da saída do Samsara, ciclo de renascimento e morte, assim como no budismo. A arte estatuária tailandesa é mundialmente conhecida por retratar frequentemente imagens de Buda, em posições significativas do Dharma, os ensinamentos budistas. As esculturas tailandesas são muito alinhadas com o estilo do artesanato do sudeste Asiático. Além das esculturas de Buda, a arte tailandesa se dedica a retratar animais e principalmente elefantes, nas mais diversas posições, além de adornos decorativos com entalhes requintados.

As pinturas tradicionais tailandesas são pintadas em duas dimensões sem profundidade de campo. A técnica consiste em dividir as áreas e dar maior tamanho ao objeto mais importante da composição. A profundidade de campo nas pinturas somente foi introduzida com influencia ocidental. Os temas mais populares nas pinturas tailandesas são as 547 historias do Jataka, que são contos sobre as vidas passadas de Buda. O Jataka é tão popular que está presente em todas as vertentes do Budismo. Nos períodos do reino de Sukothai e de Ayutthaya, os tailandeses foram incentivados, inclusive financeiramente, pelos governantes a erigir suntuosos templos e santuários religiosos, o que marcou significativamente para sempre a arte tailandesa nestas duas épocas, sendo dada continuidade a era Ayutthaya pelo período de Bangkok.

Arte no Reino de Sukhothai

O período Sukhothai iniciou-se no século 14 no que hoje é a Tailândia. As representações de Buda desta época têm corpos elegantes, com rostos finos e ovais neste período. No reino Sukhothai introduziu-se a posição do "Buda Andando", o qual ignora detalhes menores e exalta o aspecto espiritual do Buda. A arte de moldagem de esculturas em metal ajudou a aprimorar o efeito esbelto e elegante. Os textos antigos escritos na língua Pali, dão as diretrizes canônicas de como um Buda deve ser representado pelos artesões da era Sukhothai:

  • Os cabelos pontudos como ferrões de escorpião
  • A cabeça estreita como um ovo
  • As pestanas como as da vaca
  • As sobrancelhas como dois arcos perfeitos
  • O nariz como o bico do papagaio
  • As orelhas com furos alongados pelo peso dos brincos da realeza
  • O queixo como uma madeira petrificada de manga
  • Os ombros tão largos como a cabeça do elefante
  • Os braços roliços como a tromba do elefante
  • As mãos como um flor de lótus a desabrochar
  • As pontas dos dedos delicadas como pétalas de flor
  • A pele muito fina e tão suave que o pó não consegue grudar nela
  • As coxas como uma árvore de banyan
  • As pernas esbeltas como um cervo

Arte no Reino de Ayutthaya

Esse período no inicio foi fortemente caracterizado por representações de vários Budas colocados lado a lado em fileiras e em degraus, feitos principalmente em pedra. Enormes estátuas em metal nobre como o Bronze ou tijolos de pedras marcaram o meio dessa época, acabamentos em folhas de ouro, davam o aspecto de realeza pretendido na época. No final do período Ayuttaya as representações de Buda ficaram ainda mais refinadas e elaboradas, frequentemente com Buda em vestimentas reais e em cima de bases adornadas.

Período de Bangkok

Este período foi uma continuidade do estilo da era Ayutthaya, e não houve inovações significativas. As pinturas de meados do século XIX, no periodo de Bangkok já mostram a influência da arte ocidental. O Krom Chang Sip Um, ou Organização dos Dez Ofícios, ganhou força na era de Bangkok, e era responsável por aprimorar as técnicas e habilidades dos artesãos da Tailândia.

Arte do Vietnã

Arte do Vietnã

O Vietnã, país pertencente a região conhecida como Indochina. Uma nação muito antiga, que já foi uma Monarquia durante milênios ao longo do tempo com forte cultura artística artesanal. Suntuosos palácios antigos de ouro, madeira vermelha e templos. Ao longo dos últimos séculos, seus costumes e tradições foram influenciados pelos povos que dominaram a nação por períodos diversos. Mas, a partir da década de 1980, o país tem tomado sua independência quanto as suas origens e cultura.

O país tem como uma forte tradição reverenciar o dragão vietnamita, portanto, este elemento é frequentemente fonte de inspiração para as artes no país. O dragão vietnamita é uma figura imponente e hibrida, que mistura elementos da cobra e do crocodilo. Além desse ser imaginário, tartarugas e cavalos também são reverenciados na arte e cultura do povo vietnamita.

Vasos Vietnamitas

A técnica mundialmente famosa de pintura com metais levadas ao forno, nos vasos de cerâmica vitrificados dão um ar sofisticado as peças com suas cores manchadas e únicas em cada vaso. Esta técnica dominada pelos vietnamitas faz o vaso parecer estar sempre iluminado. Podem ser produzidos em várias cores, mas em especial, o mais comum é a cor azul, seguida pelo verde, mas igualmente o preto e o vermelho são muito apreciados criando sofisticados jardins.

Bambu

Um material curinga e muito fácil de ser encontrado nos países tropicais como o Vietnã é o bambu, que cresce em praticamente toda a Ásia, as peças de bambu por serem muito versáteis, leves e duradouras são muito presentes nas decorações e mobiliários de salas e quartos. são largamente usadas na decoração de Interiores Vietnamita como adorno nos edifícios, na mesa posta, mobiliário e nas utilidades domésticas. Desde estantes, cadeiras, móveis para deixar seu ambiente mais acolhedor e aconchegante, podem ser de bambu. As peças de bambu em geral, combinam muito com ambientes despojados de praia e varandas ventiladas.

Arte Chinesa

China

Com mais de três mil anos de História contínua, a China tem um longo período de mudanças significativas ao longo das eras, e quanto à Arte não é diferente. A China foi governada durante séculos por várias dinastias, uma das precursoras foi a Dinastia Shang, que governou de 1.650 a.C. a 1.027 a.C. A marca cultural dessa época são os objetos em Bronze, mas a arte na China tem como um dos principais componentes, a cerâmica e a tecelagem. A seda foi um dos principais produtos da China, em tempos remotos, chegando a ser criada a Rota da Seda, que ligava a Europa ao Oriente.

A madeira e a tecelagem serviram de telas para a Arte Chinesa. Porém, temos de lembrar que os chineses vêm como arte também a caligrafia. Outra característica peculiar da Arte na China é que a pintura foi também desenvolvida não só em telas, mas em painéis de seda.

Pintura em Laca

A Laca, na China chamada em mandarim de Shengqi, é produzida a partir da resina de uma árvore. A melhor Laca é colhida entre os meses de junho e julho, cada árvore pode produzir até 3kg da resina. A Laca é uma espécie de verniz muito versátil, sendo utilizada em matérias como madeiras, gessos, cerâmicas e tecidos. Podem ser aplicadas pelo menos três camadas da pintura, mas essa quantidade pode chegar até uma centena.
É importante ressaltar que cada camada de Laca, só poderá ser aplicada em cima da outra após a anterior estar completamente seca. Os objetos quando passam por essa técnica estão protegidos contra umidade, o calor, às soluções ácidas e alcalinas. O processo que encerra a pintura, quando se deposita a Laca, ou Lacqueware é utilizada a pelo menos 8.000 anos. A Laca pode ser feita de milhares de cores, mas as principais na China são a preta e a vermelha.
Na época da Dinastia Tang, a arte de esculpir em madeira, tinha como processo principal esculpir imagens em relevo entre as camadas da Laca. O Ocidente teve uma maior aproximação com a técnica a partir dos séculos XVII e XVIII. Por volta de 1680, a técnica se tornou tão importante que foi preciso a criação de um departamento para a confecção de objetos feitos especialmente para a corte da Dinastia Qing. As peças com a técnica de Laca são em geral muito valiosas, pois o processo é muito demorado e exige muitos cuidados. Atualmente na Arte Contemporânea, são pintados muitos móveis com a técnica da Laca, mas nenhuma com o brilhantismo das técnicas mais antigas da China.

Arte do Laos 

Arte do Laos

Uma cultura milenar que também está no sudeste do continente asiático, é a do povo do Laos. Com 6 milhões de habitantes, faz fronteira com a China, com Myanmar, com o Vietnã, com o Camboja e com a Tailândia. No Laos, quase todos os habitantes seguem a filosofia Budista. A maioria das mulheres usam roupas e tecidos muito coloridos. Portanto, a inspiração para a Decoração de Interiores, também vem dessa miscelânea de cores. Com a proximidade das outras nações Budistas, a cultura e arte do Laos se confunde com as das demais nações, A maioria da população vive no campo. Ao contrário de outras nações, onde houve um êxodo rural durante o século XX, os habitantes do Laos, foram obrigados a realizar um êxodo de maneira inversa, que favoreceu fortemente as concepções da Arte e Cultura.

Mas, como um país majoritariamente religioso que preza pelo Budismo, a decoração e artefatos culturais são frequentemente as representações de Buda. É importante lembrar que o Sudeste asiático foi colonizado pela França e algumas influencias se fazem notar na decoração e monumentos do país. Antes da chegada dos franceses, o Laos era um reino e tinha o nome de Reino dos Milhões de Elefantes, o que leva esse animal ser um dos preferidos para a inspiração na confecção de estátuas e adornos étnicos no Laos.
A maioria dos padrões são símbolos de templos e animais, como elefantes, veados, borboletas, dragões, pavões e o kinari, um tipo de anjo do Laos, cada um contando sua própria história. Animais como os dragões e serpentes são bem-vindos para a decoração com inspiração no Laos. Em geral, a cor escolhida para o animal mitológico e medieval é o verde, mas versões douradas em fundo vermelho, também são vistas.

As paisagens do Laos, com suas montanhas e muitas cachoeiras, remetem a fontes de águas abundantes. Não deixar a água parada nos ambientes pode ser uma boa pedida. Imagine um local, onde as pessoas possam sentir a energia do Budismo e do distante Laos. Sendo assim, estatuetas de Buda, incensários, dragões e outros animais sagrados nas cores vibrantes estão presentes. A flor de Lótus também é uma das grandes inspirações para a cultura do Laos. A flor de Lótus significa no Budismo, a pureza do corpo e da mente. A história contada da flor de Lótus, tem grande apelo espiritual. Ela nasce, geralmente na água com muito lodo, representando as impurezas da vida, a pétala de flor imaculada que surge sobre a sujeira é sinônimo de elevação espiritual.

O Laos sempre foi muito rico em sua cultura, até hoje, a singularidade da cultura do Laos nos cativa de maneira tão marcante, suas festividades, performances culturais, sua comida típica, músicas folclóricas e arquitetura milenar. Esses elementos nos inspiraram a conhecer seus segredos tão distantes e descobrir mais. O artesanato e as esculturas tradicionais do Laos continuam afetando a arquitetura e a moda no Laos. Muitas casas e edifícios são construídos em estilo moderno, mas com forte herança do Laos milenar. Muitos telhados de edifícios assemelham-se aos seus templos. Assim como também as saias de seda e algodão, continuam a retratar padrões influenciados pelos antigos motivos do Laos que exibem as características distintas de cada vilarejo do país.

Arte Budista 

A arte budista é a confecção de objetos artísticos influenciados pelo budismo, dos mais diferenciados materiais e técnicas. Surgiu no norte da Índia, onde floresceu e desenvolveu-se juntamente com a arte Hindu e Jainista, proliferou-se após a morte do primeiro Buda, o príncipe Sidarta Gautama, entre os séculos 6 a 5 a.C., e posteriormente, com a difusão do Dharma, que são os preceitos budistas, reinventou-se e adaptou-se ao receber influencias de outras culturas, de cada país anfitrião, assim que era difundida pela Ásia Central, pelo Sudeste Asiático e posteriormente por todos os continentes.

A milenar arte budista foi difundida para a Europa e Américas de países como o Nepal, Tibete, Índia, Butão, Japão, China, Vietnã e Coréia onde prevaleceu a linha do budismo Mahayana. Indonésia, Mianmar, Camboja, Sri Lanka, Tailândia e Laos, prevaleceu a linha do budismo Theravada. Na primeira fase da arte Budista, não haviam representações de Buda. Mas, este período durou relativamente pouco, e tornou-se tradição desde então até os dias atuais. A inspiração primordial para essa representação na atualidade é a figura humana do primeiro Buda. Frequentemente retratam cenas cotidianas de seus adeptos e a figura de bodhisattvas e demais divindades, Budas notáveis, em posições diversas que representam a prática do Dharma, Budas históricos. Outros objetos também são produzidos na arte Budista como as Vajras ou Dorje em bronze, literalmente “diamante” em sânscrito, a Vajra representa a não destruição da essência espiritual, e as mandalas, literalmente “círculo” em sânscrito, as mandalas são componentes fundamentais na filosofia e na arte budista.

Mandalas

As mandalas representam a conexão dinâmica entre o homem e o cosmo. A palavra Mandala, significa em sânscrito antigo ou pali, língua antiga da época de Buda, literalmente círculo. São associadas a uma espécie de marcação de tempo pelas sociedades primitivas, delimitam o espaço e o tempo espiritual sagrado ao qual o homem se insere. Ao longo dos séculos de aproximação com a cultura ocidental, o significado foi se propagando. A tradição e as mais novas formas de se representar uma mandala, foram se aprimorando ao longo do tempo. As mandalas tem forma esférica, em geral, são formadas por seis círculos e cada uma tem a sua função, de sabedoria, espacial, do vento, do fogo, da água e da Terra.

Embora as mandalas normalmente apareçam como formas planas e circulares, elas têm aspectos multidimensionais. As Mandalas seguem em geral uma ordem de construção, ou seja, elas têm um ponto central, quatro pontos cardeais, o ápice e o nadir. Elas ainda têm quatro outras direções secundárias, oito intermediárias e outras dezesseis direções subsecundárias. Sendo assim, as mandalas têm 35 pontos traçados estrategicamente através de cálculos matemáticos. O trabalho final deve ser parecido com o desenho de uma planta baixa. A arte Budista tem grande simpatia por mandalas, por estas remeterem ao aspecto da roda da vida, o ciclo de morte e renascimento, chamado de Samsara. Hoje, elas são elementos essenciais na decoração de ambientes.

Thangka

A Thangka é a arte pintada a mão em tela especial que surge dentro de um contexto religioso. A origem da palavra Thangka, Tangka, Thanka ou Tanka vem do tibetano e quer dizer, tela que se enrola ou superfície que se enrola. As Thangkas começam a ser desenhadas como proposta da prática budista. Não são ilustrações apenas com alusões a figuras divinas, mas também tem o propósito de despertar a consciência das pessoas e da pratica budista. A exatidão das posições e das linhas do corpo humano e também do seu tamanho são notáveis, as medidas da Thangka são pensadas e colocadas em prática na representação do corpo humano. Também há uma vertente que usa a Thangka para calcular as dimensões do paraíso e do inferno que existiriam no universo e também há menções a cálculos secretos para a confecção da Thangka. As cores também possuem uma lógica exata na pintura da Thangka Budista.

Antes de começar a pintar a Thangka de fato, o pano de linho ou algodão é costurado a uma peça de madeira chamada de Tang Shin. Logo após, é passado um espécie de cola de origem animal e talco, para que a tinta não escorra e seja mais bem absorvida. A mistura é retirada após um tempo e só assim o tecido está pronto para receber a pintura Thangka com apliques de seda.

As Thangkas, são um esforço para que nossas mentes possam conhecer um ser cheio de histórias e anseios no mundo. A arte contemporânea como a entendemos no Ocidente, geralmente expressa o mundo interior do artista, ao contrario, os artistas tibetanos que pintam a Thangka não exprimem nada quanto ao mundo terreno ou seu ego. Sendo assim, a Thangka, é a visão dos iluminados, as Thangka são iconografias que representam as centenas de divindades que existem dentro do Budismo tibetano. Cada divindade representa uma energia especifica ou um aspecto divino da nossa própria mente. Os artistas que pintam a Thangka, são na sua totalidade budistas, e expressam seu próprio mundo dentro deste contexto, suas interpretações como um todo. As Thangkas tem o poder de expressar a mente de Buda, pois, Buda é nada mais do que “Aquele que Despertou”.

Arte Árabe

A Arte Árabe é intrinsecamente ligada à cultura islâmica, que é baseada na religião de inúmeros Muçulmanos que compartilham os ensinamentos em comum dessa cultura de língua Árabe. Ao contrário das demais representações artísticas orientais, por conta da peculiaridade religiosa, não há representações de divindades ou de quaisquer deidades na arte árabe. As representações artísticas são feitas através de intrincados arabescos, ou seja, entrecruzamentos de linhas, tradicionais na arte árabe, sendo a caligrafia árabe apreciada como uma arte nobre. Muito comum que sejam escritas passagens do Alcorão, texto sagrado do Islã, em paredes e em adornos metálicos e de madeira entalhada. Entre as obras de arte sacra islâmica não se colocam representações humanas ou de animais. Segundo os preceitos do Islã somente Alá, a designação de Deus para o Muçulmano, é capaz de tais criações. 

Não é incomum que se misturem elementos da arte de países como Portugal e Espanha que fizeram parte da história de conquista e ocupação por diversas nações islâmicas no passado. Desta era, consolidaram-se os mosaicos com cores fortes e coloridas, sendo as principais cores: o azul, o vermelho e o amarelo. Em uma fase longínqua na dinastia Omíada, do século VII, a cor marrom foi unanimidade neste período. Na arte Omíada, se inicia o processo de delimitação da arte islâmica, onde os frisos com inscrições religiosas passam a serem presentes como expressão de arte.
A arte na dinastia Abássida foi a mais popular, era usada longe dos centros de poder. Nesta era a cerâmica ganha duas notáveis inovações: a descoberta da faiança, tipo de massa cerâmica branca com baixa qualidade, e do lustro metálico, tipo de polimento metálico. Estas duas técnicas continuaram a serem usadas após a queda da dinastia Abássida até os tempos atuais.

Arte Marroquina

Arte Marroquina

A arte Marroquina é originaria do Marrocos, país ao norte da África Oriental, sua capital Marrakesh, é considerada a capital da arte do Marrocos. Abrigam vários museus de arte, o mais famoso é o Museu Farid Belkahia. Sua cultura é majoritariamente Islâmica e tem como um dos seus mais marcantes e frequentes elementos artísticos as formas geométricas, reproduzidas por séculos a fio. Tem como cultura artística, a tecelagem de tapetes como o Kilim, o Azilal, o Bujad, entre outros, o tingimento com pigmentos naturais e as coloridas luminárias marroquinas criando efeitos de luz há séculos.

As grandes portas em abóboda, adornadas com mosaicos geométricos são uma das inspirações da cultura e da arte marroquina. Os mosaicos também estão entre os textos, escritos em língua árabe, nas paredes e em fontes d’água dentro das casas e em praças. Materiais como madeira, metais como o Bronze ou o Ouro, não podem faltar para compor ambientes decorados com referencia na arte marroquina.

Cultura e Decoração

Cultura e Decoração Oriental

Após, longa imersão na cultura oriental, tantas cores disponíveis, tantos  povos e etnias tão diversas e distantes, na hora de você se decidir qual cultura tem mais a ver contigo, o sincretismo é a palavra-chave na decoração étnica, descubra o mais belo e mais interessante para sua casa que mais lhe agradar. Ao decorar seu espaço, tenha em mente, que além de objetos para decoração, que vão te inspirar, seja na casa de praia ou na cidade, as peças orientais tem significados místicos e algumas são até sagradas para o povo e a cultura do qual se originam.

Ao escolher um estilo ou uma cultura para ser representada, procure seus significados e se eles se alinham com você. Com todo esse conhecimento você terá um ambiente harmônico e muito mais aconchegante. A cultura do oriente na maioria dos casos, são para pessoas que gostam de propostas ousadas e muito quentes. Ambientes niilistas não fazem parte da Decoração de Interiores com inspiração nos países asiáticos e na cultura oriental e do lado leste do continente africano. Muitas imagens e deidades, deuses metade humanos e metade animais são bem-vindos. Mais uma vez, temos de alertar para a profusão na tonalidade de cores fortes, vibrantes e tons naturais.

E, basta você usar toda sua criatividade para montar um ambiente com projeto de decoração de interiores atrelado a cultura oriental, para dar um ar sofisticado e inteligente com muita história para contar as suas visitas. Mas há sempre a opção da contratação de um especialista no assunto, que poderá tirar suas duvidas de maneira que deixará seu ambiente muito mais bonito e funcional. Não tenha medo de ousar colocando muita cor, estátuas, máscaras africanas e balinesas, luminárias, mandalas e Thangkas em alguns dos ambientes. Todos esses objetos são em geral, fontes de energias positivas e vão trazer um brilho todo especial para o seu lar ou para o seu escritório. Deixem a criatividade aflorar e terão certeza de que as inspirações asiáticas tem tudo para trazer luz, paz e alegria a qualquer espaço que vocês possam decorar!

Venha visitar-nos em nosso Showroom e Loja com localização central e conhecer de perto um pouco mais da Cultura Oriental traduzidos em objetos para decoração de interiores, móveis em madeira Teca e de demolição, vasos e pratos em cerâmica, mosaicos, luminárias, lustres, abajoures, lanternas Marroquinas, espelhos com mosaico e máscaras em madeira Étnicas todos desenvolvidos e esculpidos manualmente por artistas natos de suas respectivas regiões do Oriente para a Jungle Casa.