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Holi Festival Índia

O festival Holi tradição popular desde o século IV celebrado na Índia, Nepal e outros países ao redor do planeta é comemorado por dois dias iniciando-se no último dia da Lua cheia (Purnima) do mês lunar Phalguna do Vikram Samvat (calendário Hindu) por volta do mês de março do Calendário Gregoriano e anuncia o final do inverno e o início da primavera na India, celebrado como uma ação de graças por uma boa colheita. A primeira noite é chamada de Holika Dahan e a segunda Rangwali Holi, as pessoas aproveitam para visitar a família e amigos, tem longas conversas e aproveitam para saber das últimas novidades da comunidade e compartilham iguarias, comidas e a bebidas entre amigos e familiares. Holi marca o acolhimento da primavera e é uma celebração do triunfo do bem sobre o mal, com as pessoas correndo atrás uns dos outros brincando e espirrando colorido pó, tinta e água.

Ah, o Holi Festival! Também chamado de Festival das Cores, é uma explosão de alegria, tradição e simbolismo que toma conta da Índia a cada chegada da primavera. Não é só uma festa, é um verdadeiro espetáculo de luz, cor e emoção. Celebrado com entusiasmo contagiante, o Holi marca o triunfo do bem sobre o mal, a renovação dos laços humanos e o recomeço, como se a vida ganhasse um novo fôlego.


Época que se Realiza o Holi na Índia

O Holi começa geralmente lá por março, no dia seguinte à lua cheia do mês hindu de Phalguna. Pode durar dois dias ou até mais, dependendo da região. E olha, se tem um lugar onde o Holi brilha mais que o normal, é nas cidades de Mathura, Vrindavan, Delhi e Jaipur — um verdadeiro arco-íris em forma de festa! A noite cai no primeiro dia chamado de Holika Dahan e com ela vêm as fogueiras, não é só fogo, é purificação em forma de chama. A galera se reúne pra queimar simbolicamente Holika, a vilã da vez na mitologia hindu, e celebrar a vitória do jovem devoto Prahlad, protegido por Vishnu. É como se cada faísca dissesse: "O bem sempre encontra seu caminho." Aí sim, no segundo dia, chamado de Rangwali Holi começa o carnaval das cores! As ruas viram palco de uma dança alegre e caótica, onde o que importa não é quem você é, mas quão colorido você está. Pós coloridos — os famosos gulal — voam pelo ar, tingindo rostos, roupas e até ressentimentos. É água colorida pra todo lado, risadas sinceras, abraços inesperados e um clima de “vamos deixar o passado no passado e curtir o agora”.

Holi tornou-se popular entre os nãos Hindus em muitas partes do sul da Ásia, bem como pessoas de fora da Ásia como Europa e nas Américas como uma celebração do amor e das cores. Na primeira noite de Holi, chamada de Purnima, os participantes, diga-se de passagem, a maioria da população, tradicionalmente usando no pescoço e no pulso um japamala de semente de Rudraksha, cordão Indiano sagrado para orações, acendem fogueiras que representam a libertação de tudo que é ruim que as pessoas carregam consigo. Assim como Holika, a malvada irmã do Rei Hiranyakashipu se queimou com o fogo de seu próprio ego, reparando antigas feridas oriundas de relacionamentos conturbados, queimando todas as mágoas e ofensas que por ventura tenham guardado dentro de si, sentindo-se feliz com o perdão concedido ao outro.


No dia seguinte a fogueira os participantes comemoram o Rangwali Holi, um festival popular de cores, opcional e gratuito, realizado nas ruas, em edifícios, parques públicos e templos. Eles levam consigo instrumentos musicais como gongos e flautas, cantam e dançam, ingerindo bebidas como o Bhang, feita de Cannabis, a qual é alucinógena. Pintam uns aos outros com tintas e pós-coloridos, um ritual que se refere à história de amor entre Krishna e a deusa Radha chamada também de Radharani, sua consorte eterna, um sentimento de amor que liga um ser vivo com o seu criador, a lenda diz que Krishna encanta o mundo mas Radha encanta até mesmo Krishna, Radha e Krishna juntos, constituem a verdade absoluta, segundo a lenda Krishna que é descrito como tendo pele azul estava preocupado que Radha não iria aceitá-lo e assim pintou sua pele para ficar igual à dela.

Espiritualmente, é um lembrete de que o bem vence, sempre; Socialmente, é um convite ao perdão, à empatia e à reconexão; Culturalmente, é um grito de boas-vindas à primavera, à fertilidade da terra e ao renascimento da vida. Mesmo sendo um festival de raízes hindus, o Holi conquistou o mundo. Hoje, ele ultrapassa fronteiras, crenças e idiomas, espalhando sua mensagem de alegria, inclusão e liberdade por todos os cantos. Afinal, quem é que não quer, nem que seja por um dia, se perder nas cores e se encontrar no meio da festa?



As Cores do Holi

Ah, o Holi! Quando o céu se veste de arco-íris e a alegria explode em nuvens de pó colorido, é como se a própria alma da Índia dançasse. Vermelhos ardentes, verdes vibrantes, amarelos solares e azuis divinos, cada cor não é apenas cor mas símbolo como amor, renascimento, esperança, divindade. É como se a vida ganhasse novas tintas, como se o mundo dissesse, com todas as letras (e cores) “Recomece!” As ruas fervilham, o som do pó tocando pele é quase uma onomatopeia da felicidade. E se alguém ainda guarda mágoas? Pois bem, as cores tratam de cobri-las, como quem diz “Deixa pra lá, bora viver!” O Holi não pede licença; ele invade, colore e transforma. É a primavera sussurrando ao ouvido: “Prepare-se, porque o melhor ainda está por vir…”

Historicamente, os participantes usam extratos de flores e açafrão para pintar uns aos outros com diversas cores vibrantes, as cores tem significados, o vermelho é a cor usada pelas noivas, representa a pureza, o amarelo é a cor usada pelos comerciantes, o azul representa a pele de Krishna e o verde é a cor da natureza. O Holi marca o relaxamento das restrições sociais com a saudação “Não se ofenda, é Holi” um dia festivo para conhecer os outros, brincar, rir, esquecer, perdoar e reparar relacionamentos quebrados. Além do pó colorido, normalmente enchem canhões de água, baldes e bexigas com água colorida para as festividades.


Tradição Milenar

A tradição Hindu ditava que as mulheres cujos maridos tinham morrido vivessem o resto de suas vidas de luto, muitas vezes no exílio em outra cidade, no norte da Índia em Vrindavan, conhecida como a cidade das viúvas, quebrou-se com a tradição nestes dois dias e comemora o feriado colorido graças à tradição e força do Holi sobre as pessoas da comunidade. A Índia é um país de fortes tradições milenares, passadas de geração para geração, muitas delas intimamente ligadas as crenças religiosas com suas castas, as artes cênicas e as artes manuais, como a tecelagem e ao artesanato Indiano para decoração, o qual é mundialmente conhecido, pelas suas cores e criatividade.

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